Vacinação não é opinião, é responsabilidade social!

As vacinas foram criadas para o combate a doenças que provocam ou provocavam a morte de milhões de pessoas pelo mundo. Atualmente podem ser desenvolvidas de diversas formas, mas todas apresentam o mesmo objetivo, estimular e desenvolver o sistema imunológico do receptor para protegê-lo contra determinado patógeno.

Embora sejam embasadas cientificamente e segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) são comprovadamente responsáveis por evitar cerca de 2 milhões de mortes por ano, muitas pessoas estão deixando de se vacinar e de vacinar os seus filhos.

A crescente de movimentos antivacinas no Brasil é expressiva, tendo como suas principais consequências o retorno de doenças que já estavam erradicadas no Brasil, ou seja, não apresentavam novos casos no país por anos. Membros do movimento antivacinas acreditam que as vacinas podem desenvolver tumores ou autismo. Uma afirmação infundada.

Além disso, suas bases de conhecimento são as redes sociais, onde não há qualquer embasamento metodológico e científico para quaisquer informações, desde entretenimento à saúde. Sabendo da Era das Fake News, notícias falsas que tem por objetivo a difamação, desmoralização ou até mesmo aumentar o  tráfego do site propagador, torna absurdo a crença cega em qualquer categoria e informação acessada.

De qualquer forma, sem qualquer tipo de base confiável, membros dessa organização dizem defender sua opinião. A problemática está nesse posicionamento. Opinião é um julgamento pessoal, uma maneira de pensar, onde cabe só ao indivíduo a consequência de seus pensamentos. No caso da vacinação, esse tipo de posicionamento não afeta apenas o indivíduo como também a população como um todo.

A proteção contra patógenos é realizada por meio da “imunização rebanho”, em que quanto maior a taxa de imunizados pelo método, menor é a chance de pessoas que não se vacinaram se infectar. Isso porque a chance do patógeno entrar em contato com a pessoa não imunizada é bem reduzida. Para que ocorra uma imunização ideal, é necessário atingir o mínimo de 95% de vacinados.

Sendo assim, ao se vacinar, a proteção é dada ao indivíduo e ao outro, de forma que os impedidos de tomá-la como grávidas, pessoas em tratamento de alguma doença, idosos, crianças ou pessoas que não possuem acesso, ficam protegidos por consequência. A diminuição dessa taxa de adesão às vacinas, portanto, provoca um aumento nas chances dessas pessoas à infecção, o que pode provocar morte das mesmas e da pessoa que optou por não tomá-las.  

Dessa forma, se posicionar contra a vacinação é prejudicar conscientemente a saúde pública, tornando-se responsável pelas infecções e mortalidade causada por doenças que apresentam esse tipo de prevenção. É preciso, portanto, entender que se torna necessário o abandono de crenças particulares para o bem-estar e saúde de todos.

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